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Lá vem a ladainha outra vez


Um Jornal especula contratações pela Samarco.

17/05/2018 às 13h36

 A ladaínha é a mesma. O retorno da atividades da Samarco, sempre foi o assunto de jornais e principalmente discursos de pré-candidatos nas próximas eleições de outubro. Ontem um jornal capixaba em seu caderno de economia, solta a manchete “Samarco vai abrir 4 mil vagas para operar 100%”.

A expectativa de contratações é uma previsão do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico do Espírito Santo (Sindifer), sindicato patronal.
A assessoria de comunicação da Samarco em nota encaminhada a nossa redação, não confirma os números mencionados na matéria do jornal capixaba e diz que não existe uma data para o retorno das operações. Diante dessa realidade só esperamos que seja breve o retorno. 

Nota da Samarco

Processos de licenciamento ambiental em andamento:

A Samarco precisa de duas licenças para voltar a operar: a primeira, referente a um novo local para a disposição de rejeitos (Cava de Alegria Sul); e a segunda, relativa ao Licenciamento Operacional Corretivo (LOC) do Complexo de Germano, localizado em Mariana e Ouro Preto (MG). A empresa está empenhada em cumprir todas as etapas desses processos de licenciamentos, que incorporam novas soluções no tratamento de rejeitos, com aumento da segurança e da recirculação da água no processo produtivo.

Além da obtenção das licenças (SDR Cava de Alegria Sul e LOC), também será preciso realizar obras de preparação na Cava de Alegria Sul e de implantação para os novos processos de tratamento de rejeitos.

Ainda não há previsão para a data de retorno das operações industriais da Samarco.

Retorno de forma gradual:

O EIA/RIMA do Licenciamento Operacional Corretivo prevê uma retomada gradual das atividades da empresa. No primeiro momento, a solução encontrada é do retorno das atividades produtivas com a operação de um concentrador, equivalente a uma capacidade produtiva de 26%.

O Licenciamento Operacional Corretivo, que traz uma revisão de todas as etapas do processo operacional e das estruturas do Complexo de Germano, foi iniciado em setembro de 2017, após o protocolo do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) na Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). As audiências públicas com relação ao LOC foram realizadas em Matipó, Mariana e Ouro Preto, em dezembro do ano passado.

A empresa já recebeu a anuência do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); a aprovação da proposta de compensação de Mata Atlântica; a aprovação dos conselhos de Cultura e Patrimônio Histórico de Matipó e de Mariana e trabalha para obter todas as anuências e autorizações necessárias para o processo do LOC ao longo deste ano. O processo de licenciamento segue o seu curso normal de análise pelas autoridades competentes.

 


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